quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Formação GRipe A Centros de Saúde N.º1 e N.º 2 de CHAVES

Escola
Dia
Hora
EB1 N.º 5 de Chaves
16
17:30
EB1 N.º 3 de Chaves (1)
17
18:00
EB1 N.º 1 de Chaves
21
17:30
EB1 de Curalha
15
09:30
EB1 de Vale de Anta
18
18:00
EB1  de Moreiras (1)
16
16:00
B1 de Nogueira (1)
16
17:00
EB1 de Rebordondo (1)
14
16:00
EB1 de Soutelo
15
17:00
EB1 N.º 3 de Chaves (Formação e Certificação de Adultos) a)
21
20:00
EB1 N.º 1 de Chaves (Formação e Certificação de Adultos) a)
21
20:00
EB1 de Casas Novas
17
17:30
EB1 de Outeiro Jusão
15
18:30
EB1 de Vila Nova de Veiga
14
15:30
EB1 de Nantes
16
14:30
EB1 de Vilar de Nantes
17
16:00
Externato Quinta da Fraga
11
19:15
EB1 de Vilela do Tâmega (1)
18
16:00




  1. Formação com as duas turmas na EB1 N.º 3 de Chaves

Acções de Formação para Pais/Encarregados de Educação sobre a Gripe A (H1N1) v

1 - Centro de Saúde N.º 1 de Chaves (Enfermeiras Ilda, Lucinda Jorge e Deolinda)
2 - Centro de Saúde N.º 2 de Chaves (Enfermeiras Maria José e Dulce)
A Coordenadora de Departamento do 1.º CEB,
Adosinda Pereira Pires

quarta-feira, 16 de setembro de 2009




GRIPE- A H1N1

A gripe A evoluiu muito depressa.
Começou no México e, em pouco tempo atingiu todos os países do mundo.
A gripe A é uma doença provocada por um vírus. Este vírus chama-se H1N1. O vírus transformou-se numa pandemia porque infectou muitas pessoas em todo o mundo.
Tendo o vírus, uma só pessoa pode contaminar muita gente. Para isso , devemos lavar as mãos muitas vezes, essencialmente depois de espirrarmos; usar máscaras sempre que necessário; utilizar o cotovelo ou o lenço quando espirramos; evitar estar perto de pessoas que possam ter gripe; ficar em casa se tivermos alguns sintomas da doença e contactar, em caso de dúvida, a linha de saúde 808242424.
Os cuidados de higiene são essenciais para nos protegermos da gripe A.
(Texto colectivo- turma de 4º ano Santo Amaro)




Prevenção e controlo da Gripe A (H1N1) V



- Unidades de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com perturbações do espectro do Autismo
- Unidades de Apoio Especializado para a Educação de Alunos com Multideficiência e Surdo Cegueira Congénita


Os espaços devem ser limpos no final de cada dia, bem como os respectivos materiais/equipamentos.


Cabe aos Docentes e Assistentes Operacionais que exercem funções nas Unidades proceder, de forma sistemática, à lavagem das mãos dos alunos.


Supervisionar comportamentos susceptíveis de ocasionar a transmissão do vírus H1N1v: a partilha de objectos, levar as mãos à boca, contacto com secreções …


Pelos problemas de saúde apresentados por alguns destes alunos, donde resulta especial vulnerabilidade, deve reforçar-se a comunicação com os Pais/Encarregados de Educação, no sentido de ser dada, em casa, continuidade a estes cuidados.


Os docentes que exercem funções nestes contextos educativos devem proporcionar actividades de carácter funcional, relacionadas com a higiene pessoal, permitindo a estes alunos o uso regular de toalhetes de papel.


Facilitar, a estes alunos, a informação divulgada à comunidade educativa, com recurso, sempre que necessário, a sistemas alternativos e aumentativos de comunicação.


Recomenda-se a utilização de babetes descartáveis, devendo proceder-se à sua substituição após cada utilização.



Deve efectuar-se a mudança sistemática dos recipientes de recolha de fraldas, bem como de outros produtos usados, com maior frequência, nestes contextos educativos


Proceder à limpeza da banca de mudas após cada utilização.




- Escolas de Referência para alunos Cegos/ Baixa Visão.
- Escolas de Referência para a educação bilingue de alunos surdos





Os Docentes disponibilizarão o máximo de informação visual para os alunos surdos.


Para os alunos com deficiências visuais será disponibilizada a informação em Braille, com as necessárias adaptações.


Será disponibilizado para a comunidade educativa um videograma em LGP que estará permanentemente acessível no sítio desta DRE.


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Portugal: serviços de saúde menos solicitados


A procura dos serviços de saúde por pessoas que apresentam sintomas de gripe tem vindo a baixar, o que acompanha o padrão europeu de baixa das infecções por H1N1 no final do Verão.De acordo com o comunicado semanal do Ministério da Saúde, entre 31 de Agosto e 6 de Setembro foram diagnosticados 2.390 casos novos de síndrome gripal. Na semana anterior o número tinha sido superior em quase cinco centenas.Nessa semana estiveram hospitalizadas 13 pessoas, das quais três se mantinham internadas em unidades de cuidados intensivos desde a semana anterior. Relativamente à situação clínica, a maioria dos casos diagnosticados não registou gravidade. A maioria dos casos (94%) registou-se em Portugal Continental. Na Região Autónoma dos Açores verificaram-se 5% dos casos e 1% na Região Autónoma da Madeira.O total acumulado de casos laboratorialmente confirmados, desde Abril, é de 2.820.De referir que, actualmente, apenas são realizadas análises de confirmação do vírus nos casos clínicos que tenham ou possam vir a ter complicações. Nos restantes, a definição de caso baseia-se nos sintomas apresentados pela pessoa doente (síndrome gripal).



Fonte: Newsletter Nº 45 de 10 de Setembro de 2009Caro Adosinda Pires,

Na Europa a epidemia abranda, hora de balanço

Todos os 27 países da União Europeia e os 4 da EFTA reportaram casos confirmados de gripe A. De acordo com os dados recolhidos pelo European Centre for Disease Prevention and Control, desde o surgimento da epidemia em Abril, e até hoje, foram oficialmente registados 50.015 casos, incluindo 127 mortes. Alemanha com 17.790 casos confirmados e Reino Unido, com 13.192, são os países mais afectados em números absolutos.No que respeita aos casos fatais, em números absolutos, o Reino Unido registou 70 e Espanha associou 23 mortes ao H1N1 (entre 1.538 casos confirmados). França (1.125 casos confirmados) reportou 19 casos fatais (16 deles nos seus territórios ultramarinos).


Mapa Europeu de casos fatais


Fonte: Newsletter Nº 45 de 10 de Setembro de 2009

Novo vírus consegue “agarrar-se” mais fundo


Já havia esta suspeita: o novo vírus da gripe pode infectar as células mais profundas nos pulmões, com muito mais facilidade do que os vírus A das gripes sazonais. Hoje, num estudo publicado na Nature Biotechnology, investigadores do Imperial College, de Londres, dizem que isto pode explicar porque pessoas infectadas com a nova estirpe A(H1N1) são mais propensas a sofrer sintomas mais severos do que as que são infectadas com o A(H1N1) sazonal.
Os “tradicionais” vírus da gripe sazonal unem-se a receptores que se encontram nas células do nariz, garganta e vias respiratórias superiores, infectando-as. A investigação que hoje veio a público mostra que o vírus da pandemia de gripe suína pode também unir-se a um receptor encontrado nas células no interior dos pulmões, o que pode resultar numa infecção bem mais grave.
A sua capacidade de aderir a receptores adicionais pode, assim, explicar porque o novo H1N1 se replica e se propaga entre as células mais rapidamente, abrangendo uma área maior do sistema respiratório.
Ten Feizi, principal autor do artigo, explica: “A maioria das pessoas infectadas com a gripe de origem suína tem experimentado sintomas relativamente leves. Contudo, algumas pessoas têm tido infecções mais graves nos pulmões, que podem ser piores do que as causadas pela gripe sazonal. A nossa investigação mostra como o vírus faz isso – unindo-se a receptores na sua maioria localizados nas células profundas dos pulmões. Isto é algo que a gripe sazonal não consegue fazer”.
Os investigadores verificaram que o H1N1 pandémico “atraca-se” mais debilmente aos receptores nos pulmões do que aos do tracto respiratório superior. Isto explica porque a maioria das pessoas infectadas tem sintomas mais leves. Mas os cientistas estão preocupados com a possibilidade de uma mutação no vírus, que o faça aderir com mais força aos receptores pulmonares e desencadear a sua replicação. Nesse caso, aumentaria o número de casos graves de infecção.


O novo A(H1N1) consegue atacar os pulmões, o que o torna mais perigoso do que os congéneres sazonais



Ver mais em: http://bit.ly/1rdaC


Fonte: Newsletter Nº 45 de 10 de Setembro de 2009

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Gripe A

Se queres, de uma forma simples, saber mais sobre a Gripe A visiona este vídeo